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Círculo da Inovação

O líder que é parceiro

Tomás Figueiredo

General Manager On-Fi

Trabalho em Rede

O líder que é parceiro

Ana Maria Pimentel

Tomás Figueiredo é daqueles que ajuda e põem as pessoas a trabalhar. Também tem apetência para máquinas e tecnologia desde criança

Com uma carreira ligada ao marketing e à publicidade, nas suas várias áreas, Tomás Figueiredo sempre percebeu que tinha “maior apetência para o digital.” Antes de ir para a On-Fi – rede wireless pública e gratuita – tinha já estado a trabalhar em mobile na timewe e em digital na Full six. Na On-Fi juntou os dois, e “está onde gosta de estar.”

Principalmente por aquele ser um negócio puramente digital e pela “apetência para máquinas e tecnologia que tem desde criança.” Agora é líder, como pensava um dia vir a ser. Mas não gosta dessa definição. Prefere ser um “parceiro” e acredita que ajuda a por as pessoas a trabalhar. Sempre com o mesmo objetivo: “Crescer, crescer e crescer mais.”

Explica que para se trabalhar nesta área “é preciso estar muito envolvido, é uma área com muito know-how, onde a evolução é constante.” Para isso tem truques, mantém-se sempre informado, tenta fazer de tudo. Lê e estuda muito, porque independentemente da evolução tecnológica este será sempre o método para o crescimento, com a vantagem de que “hoje é muito fácil chegar à informação.”

Para o futuro, o mote continua a ser “crescer, crescer e crescer mais”, e ser um líder parceiro. Isto é, “que acompanha os programadores, as tendências de mercado” e sabe gerir as pessoas, as equipas e prepara-las para tudo. Agora é prepará-las para que a On-Fi seja um produto global.

UMA IDEIA

“No mundo global não faz sentido desenvolver ideias apenas para o mercado interno. Em muitos casos, os projectos desenvolvidos com sucesso no mercado nacional deparam-se com barreiras, mais ou menos complexas de ultrapassar, quando enveredam por um processo de internacionalização. Além disso, ainda não há um grande universo de investidores a nível nacional com o perfil ou dimensão que as startups muitas vezes exigem para chegar aos mercados internacionais de forma célere e com o impacto necessário. Neste sentido, uma das ideias a explorar passa pela criação de organismos nacionais especializados, que minimizem o gap entre os grandes investidores internacionais e as startups portuguesas, à semelhança do que sucede noutros países, e pelo maior apoio à projecção de produtos à escala global, desde a sua concepção reduzindo, assim, as dificuldades do go to market.”

UM DESAFIO

“Na altura em que surgiu a On-Fi, o conceito de publicidade digital através de redes wi-fi era praticamente inexistente e, nos raros casos em que existia, estava apenas vocacionado para a autopromoção dos próprios espaços em que o acesso à rede estava disponível. Foi assim necessário capacitar a plataforma com características e funcionalidades que nos permitissem escalar o negócio da autopromoção para a promoção de terceiros, com todas as suas especificidades e, em simultâneo, proporcionar aos utilizadores da rede uma experiência superior à das tradicionais redes Wi-Fi públicas, por norma lentas e complexas de conectar.

Assim, desenvolvemos uma plataforma que permitia, por exemplo, múltiplos anunciantes em simultâneo, capacidade de segmentação por diversos parâmetros e uma disseminação das peças publicitárias por toda a rede de uma forma rápida e simples, bem como a obtenção de relatórios de campanhas e utilização da rede em tempo real. Tudo através de um único local e para todos os utilizadores.”

Trabalho em Rede

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