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Círculo da Inovação

Ele está na lista da Forbes

Luís Leitão

Editor in Chief Forbes Portugal

Digitalização

Ele está na lista da Forbes

Ana Maria Pimentel

Por norma, os jornalistas gostam de contar histórias e fazem-no com alguma habilidade. Luís Leitão leva uma vida a fazê-lo, uma vida que o trouxe até à cara da revista norte-americana, versão portuguesa

Fala num sopro como é normal de quem gosta de escrever. Dito por ele parece tudo fácil e quase esconde a mestria com que o então aluno de Economia conseguiu um trabalho para licenciados e a partir daí nunca mais saiu do jornalismo. Começou com estágios de verão no Santander “para ganhar uns trocos para ir de Erasmus”. O tempo passou e foi “ficando”.

Embora fosse aluno de Economia nunca se tinha imaginado a “trabalhar na banca”. Talvez por isso quando, em 2006, vê um anúncio da Revista Carteira para escrever não tenha hesitado em mandar o currículo, ainda que se procurassem licenciados e não estudantes. Fez as provas e ficou como jornalista estagiário, profissão em que nunca tinha pensado até porque nos tempos de liceu “era muito mais de matemática do que de português”.

Não tardou a perceber que quando os dois se unem dá sucesso e em 2009 é convidado para ir para Angola lançar o semanário Expansão, seis meses a criar do zero um projeto. Volta e António Costa chama-o para o Diário Económico, na altura em que ainda era servido em papel cor de salmão. De jornalista passou a coordenador e só sai de lá para mais uma incursão no jornalismo internacional escrito em português. Em Moçambique volta criar um projeto do zero obrigando-o a ter uma “visão mais abrangente das coisas”.

Na Forbes foi mais um sopro. Deixou de ser apenas jornalista e, como a redação e os recursos eram reduzidos, aprendeu a fazer tudo - do zero até à distribuição do jornal. E a partir daquele dia “tem sido uma aprendizagem constante”.

UMA IDEIA

“Pensar o país a 10, 20 e 30 anos, por forma a aprovar uma estratégia de crescimento e de desenvolvimento para Portugal a longo prazo, que não seja colocada em causa por alterações governamentais”

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