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Círculo da Inovação

Fazer puzzles em equipa

Margarida Pedro

Group Controller Hovione

Criar Valor

Fazer puzzles em equipa

Ana Maria Pimentel

Depois de uma carreira na área financeira e automóvel, Margarida Pedro é feliz na ciência. Na Hovione aprendeu que inovação e mudança são fundamentais para o sucesso

Margarida cresceu no meio financeiro. Era o ar que se respirava lá em casa e, talvez por isso, a escolha do curso de Economia tenha sido a escolha mais óbvia. Dai à Deloitte foi um instante, tal como o progresso natural até ver abertas, seis anos depois, as portas da Sênior. Embora adorasse o que fazia, que soubesse que o alucinante ritmo de trabalho valia a pena, achou que "estava na altura de acalmar um bocadinho".

Foi "caçada por quem já tinha trabalhado" com ela e integrou o grupo de consolidação da SAG. Teve então a oportunidade de "fazer a diferença, ter novas ideias." A diversidade não era tão grande mas sentir que fazia "a mudança foi muito recompensador".

Surge uma entrevista para ser a responsável de serviços partilhados da Hovione. Foi "na desportiva, estava bem onde estava e não queria mudar." No dia, o discurso foi muito encorajador e a mudança fazia mais uma vez todo o sentido. Podia continuar a fazer aquilo que gostava "que é liderar pessoas a par de uma função muito técnica". Continua por lá, agora como group controler, no meio da inovação da mudança e da ciência. Joga em equipa, a única maneira que conhece de liderar, vai dando espaço às pessoas para crescerem e com isso vai crescendo "só assim o puzzle fica completo", explica.

Não acredita em lideranças militares e assegura que não há tempo para resolver problemas, por isso só vê desafios. Conseguiu, em equipa, que a Hovione facturasse mais do dobro no espaço de dez anos e nos próximos cinco tem um plano ainda mais ambicioso.

UMA IDEIA

“Aposto no regresso dos jovens a Portugal, através de benefícios fiscais aliciantes ou outras medidas de eficiência fiscal concedidos à criação de novas empresas, que tornem possível o regresso ao país da grande maioria de portugueses expatriados.”

UM DESAFIO

“Apostar sempre numa comunicação informal, descontraída, mas que ao mesmo tempo fosse capaz de alertar para as actividades fulcrais nas quais eu necessitava que a minha equipa se focasse. E porque? Precisamente para que essas actividades criassem valor ao nosso cliente, o cliente interno dentro da empresa. É esta preocupação diária na organização das tarefas, nos processos que permite que a área que lidero possa ser um factor diferenciador na organização.”

Criar Valor

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