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Círculo da Inovação

Dez inovadores, 10 visões sobre trabalho em rede

Conheça as melhores frases dos participantes na quinta breakout session do Círculo da Inovação

“Trabalhar em rede é a minha obsessão. É criar valor e gerar impacto. Nas ONG temos de captar valor para os nossos beneficiários. Se estivermos focados temos de trabalhar em rede. Na prática isto só não acontece devido à falta de recursos. Nós aprendemos muito com as empresas que aplicam muitos dos modelos de eficiência e de gestão”
FREDERICO FEZAS VITAL, TERRA DOS SONHOS

“Aqui há dez anos estávamos todos a plantar árvores no Amazonas. Hoje as empresas podem usar o seu impacto social de forma a fazer sentido no seu negócio. É esse impacto social que ao fim do dia é bom para todos. O bem social pelo bem social não pode ser autêntico. Mas o bem social interessado não é pecado”
ANDRÉ ROCHA, FRULACT

“As pessoas ainda não estão preparadas para partilhar, e há a questão de mentalidade. A questão cultural é também crítica. Mas num país como o nosso ainda é mais grave. Somos um país do minifúndio”
ROSÁRIA JORGE, OPERAÇÃO NARIZ VERMELHO

“É muito diferente trabalhar em rede entre grandes empresas e PME ou startups. As ONG não colaborarem umas com as outras é um caso flagrante de alguém que se põe a si próprio à frente da resolução de problemas. Trabalhar em rede acontece mais em empresas que têm fracos recursos e não têm alternativa”
SÉRGIO PEREIRA, FUTURE FUEL


“Há objetivos concorrentes e objetivos comuns. O objetivo comum é a matéria-prima que se sobrepõe a toda a atividade a jusante. Essa necessidade, que é comum a todos, melhora se existir trabalho em rede”
MARIA TERESA SILVA, NAVIGATOR

“Hoje é mais fácil trabalhar em rede, mas qualquer ideia que seja boa rapidamente ganha escala e espalha-se por todo o mundo, o que pode ser uma desvantagem”
PEDRO BAPTISTA, SAMSUNG

“É um desafio individual de cada um de nós. Trabalhar em rede não é só partilhar e abrir tudo e ser transparente. Tem de haver um propósito comum, seja fazer lobby regulatório seja combater um concorrente. É importante ter práticas
e valores semelhantes”
MIGUEL MUÑOZ DUARTE, IMATCH

“Estarmos fechados é o reflexo de vivermos em medo. Esta dualidade entre o amor e o medo faz com se tenha de perceber se estamos numa entrega absoluta, e aí temos que abdicar de coisas. É importante colocar isto numa individualização. Nenhuma estrutura vive por si”
JOSÉ PEDRO COBRA, TEIXEIRA DUARTE


“Os CTT são exemplo de cooperação, que neste sector funcionou pela positiva. Tanto no trabalho em rede ao nível internacional como na rede interna”
FRANCISCO SIMÃO, CTT

“A falta de trabalho em rede em Portugal pode ter um lado bom. É sinal que ainda é possível percorrer um longo caminho. 
Que podemos evoluir”
RICARDO BRAMÃO, TALKFEST

Trabalho em Rede