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Círculo da Inovação

A rede é a alma do negócio

Ana Maria Pimentel

Nuno Botelho

A partilha foi o tema que fez os participantes da quinta break session do Círculo da Inovação trabalhar em rede durante duas horas

No início da quinta breakout session do Círculo da Inovação, João Ricardo Moreira, NOS, explicava que estava ali na qualidade de moderador que vinha acender a discórdia quando as mentes estivessem a ser mais politicamente corretas. Não foi preciso fazer esse papel.

Num Espelho D'Água com dez inovadores havia duas fações: os que acreditavam que a partilha era o caminho e os que achavam que o excesso com os concorrentes podia ser perigoso. Nestes grupos havia quem achasse que a falta de partilha era um problema exclusivamente português, e quem acreditasse que em demasiada podia ser entrar num espírito de cartel.

Como é apanágio de qualquer sessão do Círculo da Inovação, a discussão do tema levou a que se encontrassem as pontes e se contasse histórias de sucesso através de trabalho em rede. E se, no início, Francisco Simão, CTT, explicou que “trabalhar em rede com parceiros não deve ter limites, mas com os concorrentes pode ser perigoso”, já corria uma hora de conferência quando explicou que os CTT são o resultado de partilha de um rede internacional de serviços postais que têm os mesmos desafios, e de uma rede nacional que precisa de trabalhar em conjunto.

No final, percebe-se que trabalhar em rede é muito mais que economia. É amor. E Rosaria Jorge, Operação Nariz Vermelho, lembra que "quem está apaixonado arrisca sempre". Pedro Brito, Jason, fala em "confiança", para João Ricardo Moreira lembra a "comunicação". Pedro Santos Guerreiro, Expresso, confessa que "foi bom trabalhar em rede" com este painel.

Veja tudo sobre a última breakout session de 2016 do Círculo da inovação na próxima edição do Expresso.

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