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Círculo da Inovação

TAP já “não tem lepra”, tem crédito

Pedro Santos Guerreiro

Ana Brigida

"Não estamos mais a ‘vender o almoço para comprar o jantar’, como se diz no Brasil. Trata-se de conseguir financiar o nosso projeto de crescimento", explica Antonoaldo Neves. A TAP acaba de fechar um novo financiamento internacional. Já não é uma empresa tóxica para os bancos estrangeiros, diz o presidente executivo da empresa

Durante anos a TAP foi notícia por causa da dívida, primeiro porque crescia a cada ano por causa dos prejuízos do grupo, depois porque os bancos se fechavam e o Estado não podia injetar mais dinheiro na empresa. Hoje a TAP é outra vez notícia por causa da dívida — mas porque consegue crédito internacional. A empresa acaba de fechar um financiamento de 137 milhões de euros com a Macquaire a um prazo de 15 anos.

A notícia está na edição deste sábado do semanário Expresso, numa conversa com Antonoaldo Neves. O presidente executivo da empresa diz que "estamos a pagar a dívida herdada” mas que “esta operação serve para mais do que isso". "Não estamos mais a ‘vender o almoço para comprar o jantar’, como se diz no Brasil. Trata-se de conseguir financiar o nosso projeto de crescimento, não por substituição de dívida mas por uma estrutura de capital sustentável. A dívida serve para financiar o nosso crescimento.”

“A TAP deixou de ser um ativo tóxico para os bancos”, avalia o presidente executivo da empresa. “Quando antes íamos aos bancos parecia que tínhamos lepra."

A TAP prevê fechar este ano com “mais de 3500 milhões de euros de receitas”, um crescimento de 50% em quatro anos, face ao último ano em que a empresa era pública.

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Economia